CULTURA POP | FROM BUSINESS TO BEING

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Leia ouvindo: Slum Village – Fall in love

“From business to being” foi o último doc que eu assisti na Netflix e confesso, “bateu” de um jeito diferente por aqui. A identificação foi imediata. A sensação de alívio também.

Ainda me impressiono quando esbarro em executivos que ocupam altos cargos e acham que “Mindfulness” é moda. A sociedade caminha para o despertar da consciência e ao que tudo indica essa “moda” vai permanecer.

Assistir um documentário como esse vai te transformar de alguma maneira. Pode ser que ele seja apenas uma semente para muitos, mas para outros pode ser o desabrochar de uma flor ou até mesmo o próprio fruto.

São muitas reflexões sobre a desconexão com o próprio ser, o excesso de trabalho e a pressão do ambiente corporativo que só geram infelicidade. O doc te apresenta possibilidades para uma vida equilibrada e com propósito.

Clareza, foco, criatividade e compaixão são pontos colocados naquela conta, sabe? Será que está valendo a pena? Quanto vale meu trabalho, dinheiro e bem estar? O que é urgência e prioridade? O caminho é esse mesmo? É normal essa sensação esquisita dentro do peito todos os dias?

Historia inspiradoras são mostradas durante o doc, que tem duração de 1h30min. A de Rudolf Wötzel está entre elas. Rudolf largou o mundo corporativo depois de sofrer a Síndrome de Burnout. Foram 5 meses sabáticos até ele decidir trabalhar como coach, e ter uma cabana como escritório.

Rudolf trouxe para o doc uma afirmação inspiradora sobre o verdadeiro sucesso:

“Sucesso é rir regularmente e várias vezes, ganhando o respeito das pessoas inteligentes e a admiração das crianças. Ganhando o reconhecimento de críticos honestos e suportando a traição dos falsos amigos. Admirar a beleza, encontrar o melhor nos outros. Deixar o mundo um pouco melhor, seja através de uma criança saudável, um pequeno jardim ou uma pequena contribuição para tornar a sociedade melhor.
Saber que a vida de pelo menos outra pessoa foi mais fácil porque você viveu. Isso significa que você não viveu em vão.”

A afirmação de Rudolf ainda ecoa por aqui. Talvez seja hora de incluir outros índices para o sucesso. Talvez seja hora de deixar currículos internacionais e cursos fodasticos de lado para analisar algo ainda mais profundo, qual é o seu impacto no mundo e nas pessoas que estão ao seu redor? Tenho para mim que a palavra da vez deixa de ser propósito e passa ser compaixão.

A sua capacidade de produzir tem que ser tão alta quanto se relacionar com outro. Haja humildade para entender que um currículo incrível, deixa de ser tão incrível assim quando não existe qualquer sinal de inteligência emocional.

Juliana Manzato

Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras.Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Faz da vida poesia e textos. Muitos textos!Sonhos? Vive deles
Juliana Manzato

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