O BRILHANTISMO DA NOVIDADE

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Leia ouvindo: Roo Panes – A message to myself

Todos os dias ao acordar buscamos centelhas de brilhantismo nas novidades que serão apresentadas em meio a nossa rotina. Aquela fagulha que faz o ar arfar, o relógio buscar sentindo para girar mais rápido ou devagar.

Buscamos nos abrilhantar para seguir nesses dias tão massantes pautados pelos boletos que não param de vencer e pela energia a gastar nos planos mais mirabolantes da vida.

De repente, nessa loucura toda, somos apresentados aos brilhantismos alheios. Aquela fagulha que move outro e fica de forma insistente dentro do nosso cérebro que tenta absorver toda aquela informação.

A gente pensa, testa, volta ao início, tenta entender mentalmente. Às vezes vem por meio de um livro apresentado, outras por uma frase dita quase que sem nexo em uma conversa descompromissada ao telefone, outras por meio de uma planilha em excel tão simples de ser feita por uns e tão difícil para outras. (Um salve para as funções e macros que me tiram o sono).

Fato é que sempre teremos algo fazendo tudo brilhar, fazendo você pensar, sorrir, pular antes de responder uma mensagem no whatsapp, chorar de alegria ou emoção.

Fotografia: Juliana Manzato

Às vezes nem precisa de tanta percepção para encontrar esse brilho, em outras vezes serão necessárias conversas, radiestesias e reflexão, para te levar para um local de silêncio em seus próprios pensamentos.

O brilhantismo está até mesmo dentro da rotina conquistada. Um salve para a galera fitness que consegue ir treinar todos os dias na academia e que trocam uma coxinha por um prato de salada.

Dito isso, acredito apenas que falta no nosso século aquela centelha de tempo para desfrutar com calma todas as pequenas fagulhas e as grandes fogueiras que sem colocam diante de nós.

Então, num momento quase que de “Filtro solar”, te desejo! Aproveite todo e qualquer brilhantismo de novidade na sua vida. Seja amor, seja livro, seja uma pequena tarefa no trabalho.

Desfrute, sorria.

Luiza Pellicani

Luiza Pellicani

Jornalista que perdeu o filtro quando nasceu. Fala e faz o que dá na cabeça. É apaixonada por jornalismo, escrita, música, vida e por pessoas. Balada é comigo. Cinema é comigo. Netflix é comigo. Família é comigo. Nos amores, aproveite, as coisas podem mudar. E não esqueça, máxima do 8 ou 80 não funciona comigo.
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