O CAMINHO ATÉ AQUI

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Qual é a trava da felicidade que me assola? Um medo de prosseguir e colocar palavras para fora. Um medo de perder tudo e uma vontade única de colocar para fora em um grito.
O caminho a ser percorrido na distância parece ser mais doloroso que qualquer outra coisa.
Paro e penso em tempos desconexos que me trouxeram até aqui. A proteção do medo que me trouxe até esse momento de subterfúgios meus que eu mesma não entendo.
Talvez seja a lua em Júputer, Satuno, Vênus ou Marte na casa de Touro, Virgem, Leão. Talvez a regência do meu próprio signo.
Só sei que depois da decisão de um movimento, nem tudo que estava claro em minha cabeça parecia estar claro. Me peguei duvidando de todos os meus atos e me perdendo nas barreiras dos meus portos seguros.
Fotografia: Paulo Manzato Jr.
Me vi nas sombras, encolhida pelo meu medo, meu sentimento de perda de mim mesma e em tudo o que eu acreditava.
A necessidade era encontrar um caminho no vale onde pudesse respirar e encontrar um espaço para a direção correta sem se perder entre tempestades.
Luiza Pellicani

Luiza Pellicani

Jornalista que perdeu o filtro quando nasceu. Fala e faz o que dá na cabeça. É apaixonada por jornalismo, escrita, música, vida e por pessoas. Balada é comigo. Cinema é comigo. Netflix é comigo. Família é comigo. Nos amores, aproveite, as coisas podem mudar. E não esqueça, máxima do 8 ou 80 não funciona comigo.
Luiza Pellicani

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