O que restou do domingo

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Andava divertido viver.
Não que antes não fosse, mas depois de passar uma fase dormindo e acordando sozinha, os domingos eram especiais.

Tinha domingo que a cama ficava cheia de amor e preguiça, e tinha aqueles domingos que a gente ia para o mundo. Nos adorávamos levar o nosso amor para passear por ai, ou aqui.

O quê restava de um domingo assim eram as maiores marcas de um amor bom, lençois amassados e cama revirada. A cama é um dos sinais que aquela noite valeu a pena.

Não importava o “resto” do domingo. O que importava era o gosto doce, o cheiro dos dois e a prova de quê ser um é bom, mas para ser bom mesmo é preciso dois.

No domingo a gente só queria contar histórias para os lençois e ser feliz.

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