Topa tudo

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Tem gente assim…

Até onde vai a moral e o respeito pelo próximo hoje?
Moral e respeito, antigamente faziam parte de uma educação de ouro, de gente de berço. Hoje é raro e ainda arrisco dizer, não fazem mais parte do vocabulário e da educação. Num mundo onde pode tudo, brincar de vitrine parece normal.

Atualmente todo mundo está topando tudo por um flerte, um amasso, um beijo na boca, uma transa, alguém para chamar de “seu” durante um dia, momento. O que vale é a adrenalina que aquele momento vai proporcionar. Respeito? Moral? Finge não saber o que é. Engraçado é que gente assim, sem bom senso e noção de limites, são os que mais reclamam de amor, relacionamentos e defendem as próprias “verdades” no Facebook. Ironia, né?

Tem mulher que não se respeita e exige respeito, tem homem sacana, tem mulher piriguete e tem as pessoas que ainda acreditam no respeito, admiração e amor ao próximo. Será que vale tudo mesmo?

Em um mundo de egos, quanto mais elogios no Facebook, mais bem posicionada é a sua foto. Pelo menos na visão das suas amigas/amigos. A rede virou uma vitrine de caras, bocas, bundas e flertes, alguns na caruda, outros via inbox ou em forma de cutucada. Até ai ser solteiro e querer se expor nessa vitrine virtual é uma situação, cada um com os seus problemas, cutucadas e arranhões. O problema é quando o “vale tudo” ultrapassa os limites do bom senso e porque não, de uma etiqueta social. Respeito e bom senso deveriam vir de casa, né Glorinha Kalil? Concordo com ela em gênero, número e grau.
Tentar engatar um flerte ou uma conversinha com aquele ser que está em um relacionamento sério, definitivamente, não pode! Não importa se é ex peguete, piriguete ou qualquer outra merda relacionada. Bom senso ainda vale ouro.

Macho precisa competir com macho, precisa ganhar a briga e solteirão que é, precisa xavecar/paparicar/tentar/ pegar a namorada do outro. Fêmea que é fêmea precisa colocar foto de biquini, de vestidinho, de ladinho, de sainha, para atrair os olhares de outras fêmeas (mostrando que é melhor. Pelo menos no corpo, né?) e dos machos. Diante de um exibicionismo fenomenal, se você decide não colocar nada lá no “status do Facebook”, tem a privacidade praticamente estuprada do tanto de gente que quer saber do “status”, como se aquilo realmente importasse alguma coisa. Homens não perdem uma oportunidade. Mulheres também não. Gente mané. Gente pequena. Gente chata. Credo!

Sabe, sobrevivemos o “fim do mundo” e ainda existe isso, uma invasão estúpida na vida de outra pessoa por ego, por bunda, peito, musculos ou sexo? Tipo de atitude tão vulgar quanto usar um vestido que mostra a polpa da bunda ou querer ser o garanhão da famosa rede social que tem “likes” medindo uma popularidade podre e sem qualquer significado.

Imagem: reprodução

O ser humano em geral se vende por tesão, porque no fundo, apesar de pensar, ainda é um animal. A fêmea boa é aquela que não tem a bunda tão grande, mas tem um relacionamento. O macho bom é aquele que tem uma fêmea, seja ela cafona ou fashionista, não importando o tamanho da bunda. Resumindo, quando a outra pessoa tem alguém para chamar de “seu” é uma “presa” infinitamente mais atrativa. Topa tudo por um flerte. Topa tudo por dinheiro. Topa tudo por tesão. E assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade… (Beijos, Lulu!)

2 Comentários

  1. Taty Tuty Diz

    É a grande guerra de EGOS do Facebook. Homens namorando e cantando outras meninas, simplesmente pra massagear o ego. E mulheres namorando dando mole pra outros caras, só para se sentirem desejadas. A falta de respeito tá constante e tá cada vez mais difícil confiar no outro, hoje em dia. Lamentável, mas a grande verdade.

  2. Anonymous Diz

    Está cada vez mais difícil achar pessoas com o bom, velho e distante bom senso. Tive que ver ex-namorada, ex-peguete, “amiga”, “amigo”, piriguete ou qualquer outra merda dando em cima de namorado e esculachando a atual dele só pq sabia que começou um relacionamento sério…se não estivesse em um relacionamento, nem iriam ligar ou procurar…Falta de caráter é não saber olhar para as próprias atitudes grotescas e não sentir vergonha delas…

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