Viva la revolución – em nós!

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Ano Novo é o momento em que muito se fala em mudança. Pois é, muito se fala e, no fim, pouco se faz. Os dias vão passando e nossos projetos, metas (a dieta então, nem se fala!) vão se dissipando e perdendo a empolgação. Mas, se tivermos consciência disso já é meio caminho andado. A outra metade é mão na massa mesmo!
“Que tal olhar pra dentro de si mesmo?” É com essa frase que um vídeo de um cara chamado Eduardo Marinho começa. Alguns devem conhecer e já ter assistido… Eu assisti ano passado e guardei na manga pra um texto aqui no Dona Oncinha. Acho que a hora é boa…rs!
Eu pirei quando ouvi esse cara falar. O discurso dele tem um lado de crítica social que eu, particularmente, acho muito bom. Mas o que me chamou atenção pra poder escrever aqui são algumas frases – como aquela – que dão um gancho pra parar e pensar na vida.
Uma das minhas fotos favoritas! Foto: Marc Riboud (Magnum Photos)
Tenho verdadeira admiração por pessoas como ele, porque enxergo uma coragem que eu quero pra mim e pra todo mundo. Para que cada um possa buscar o que entende como o sentido de sua própria vida, mesmo que isso implique em mudanças…Coragem para olhar dentro de si mesmo e se perguntar “O que eu quero pensar sobre a minha vida quando eu ficar velho?” Eu não quero pensar que ela foi uma merda e acredito que ninguém quer. A diferença é que tem gente que faz por onde isso não acontecer.
No vídeo ele conta de um senhor que lamenta: “Sou bem-sucedido, mas me sinto um fracassado”. E isso me leva a pensar em outro ponto, quando o Eduardo fala sobre o sentimento de superioridade de algumas pessoas: “O que se pensa a seu respeito não te transforma naquilo que se pensa”. Ou seja, a gente passa a vida fazendo o que o mundo espera que a gente faça, porque temos medo de pensarem isso ou aquilo. Até que ponto esse medo se torna uma barreira intransponível que nos impede de seguir em frente?
Questione. Encarar verdades faz bem, e  pra isso também é necessário coragem, porque muitas vezes, dói. Se pergunte como atravessar o tempo fazendo aquilo que vai te deixar feliz agora e ao olhar pra trás, aquilo que vai te fazer sentir orgulho de você e da sua história. Eu fiz meus planos pra esse ano e confesso que também preciso de muita coragem pra conseguir vê-los reais. Não vai ser fácil pra mim e provavelmente pra ninguém que quer mudar. Afinal, é como o filósofo de rua diz: O que não é possível é que é bom… O que nessa vida é fácil e tem valor?

Quem curtiu pode acessar o blog do Eduardo Marinho clicando aqui 🙂

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