DE ONDE VEM ESSA COISA?

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Leia ouvindo: Grace VanderWall – Beautiful Thing

Amor. Onde nasce? Onde se cria? Como se reproduz?

Me questiono e sou questionada quase todos os dias. É como se o amor fosse aquela placa de saída ou a solução de todos os nossos problemas.

Eu o amo, pelo fato de um dia ter acordado e me dado conta disso. Assim, sem expectativa e incondicionalmente. Resultado? Virei uma bola de pingue ponge para seus impulsos

Eu me amo, pelo fato de ter sido criada ouvindo todos os dias que eu sou aquela que vale a pena. Sou aquela falante, mas muito capaz. Aquela meio destrambelhada, mas que discernimento como poucos e que fora tudo isso, ainda sou muito coração e sentimento. 

Fotografia: Juliana Manzato

A minha vida sempre foi pautada por amor.

Conseguia deixar professores malucos em sala de aula, mas mesmo assim ser amada por eles. Pai e mãe, não contam, eles assinaram o contrato do amor. Aquele que Deus nunca dá peso demais para cada um, sabe?

Fato é, não sei ser eu sem amar! 

Não me importo que o jeito de amo vai de fora do padrão que toda a sociedade prega. É ai que eu fecho os olhos para os conselhos alheios apenas por acreditar que preciso perseguir os meus anseios.

Meu sorriso, até sorri quando não estou no caminho que quero, mas o olhar, de tão triste, nem disfarça.

Me deixem amar como eu quero, me deixem me amar, me deixem ser eu!

Aproveito para deixar um lembrete: Por favor, espalhem amor por aí! Assim como a gente, rotineiramente salpica sal na salada.

Luiza Pellicani

Jornalista que perdeu o filtro quando nasceu. Fala e faz o que dá na cabeça. É apaixonada por jornalismo, escrita, música, vida e por pessoas. Balada é comigo. Cinema é comigo. Netflix é comigo. Família é comigo. Nos amores, aproveite, as coisas podem mudar. E não esqueça, máxima do 8 ou 80 não funciona comigo.
Luiza Pellicani

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