A calmaria não mora em mim

por Texto Alheio

Eu aprendi que na vida seremos sempre lembrados pelos problemas que solucionamos. Ou, pela minha lei das melhores hipóteses, pelos problemas que causamos. E eu nasci para dar trabalho. Para incomodar. Para seguir minhas próprias regras, meu coração, para fazer o que tenho vontade. Nasci para ser eu mesma até quando, em alguns pouquíssimos momentos, tento ser igual. É fácil? Não. É simples? Mais ou menos. Dói, às vezes. Machuca. Desestabiliza um tanto. Mas é forte. É mais forte do que eu mesma posso conter. É mais forte do que eu posso ser.

{ Imagem reprodução }
{ Imagem reprodução }

Aprendi também que na vida, seremos sempre lembrados pelas sensações que causamos. E elas devem ser sinceras. Honestas. Que faça o outro experimentar uma ida rápida ao céu ou ao inferno, mas que faça sentir. Que faça sentido. Que transmita alguma coisa, sabe? Que tenha gosto seja ele qual for. Que tenha cheiro. Que tenha vida.

Não nasci para apatia, para a calmaria, para a simplicidade sempre. Nasci para me reinventar por segundo, para lutar por tudo o que acredito, para seguir em frente. Aquela olhadinha para trás existe de vez em quando, mas como aprendizado, nunca com arrependimento. Eu nasci no mundo e para o mundo. Acredito no poder da mudança. Porque a calmaria não habita a minha alma. Eu tô na vida é para ME incomodar!

Manuela Berbert é baiana, publicitária e eu acho que você deveria Colar na Manu.
P.S.: para aqueles dias em que a gente precisa seguir em frente.

Juliana Manzato
Últimos posts por Juliana Manzato (exibir todos)

Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras. Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Esportista. Feminista. 80 porcentista. Irônica eu? Imagina.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Voltar ao topo