A Desculpa da Barriga Chapada #8 | Sobre Dieta e outras coisas

Leia ouvindo: Beyoncé – Pretty Hurts

Vamos começar de novo? Pois bem. Desde quando comecei a coluna #ADesculpaDaBarrigaChapada por aqui, a minha única e principal intenção era inspirar gente comum. Veja bem, quando eu digo comum me refiro a mulheres reais, com rotina, preocupações, picos de animação, desânimo total. Gente que perde treino por que a reunião atrasou e por mais chateada que ela fique, sabe que amanhã ela pode se dedicar e tudo bem.

Não quero que seja um projeto que vá levantar a bandeira da magreza extrema ou apoiar a obesidade. Quero que seja um projeto que vá inspirar mulheres a terem o corpo que elas quiserem. Digo isso porque nunca gostei de extremos para a vida. De extremo já me basto com os meus 8/80. Sempre deixei claro o MEU objetivo, a MINHA vontade, o MEU corpo ideal. Ver uma pessoa fazendo um diário com tudo aquilo que deu errado no seu projeto verão não é muito comum, certo? Me propus à isso. Não é culpa das profissionais que escolhi para estarem ao meu lado ou de uma rotina maluca. Existem algumas culpas que são só nossas e temos que assumir.

Se a minha proposta era mostrar um projeto verão real acho que consegui, porque mostrei a minha realidade e as minhas dificuldades. O #SOSVERÃO foi um sucesso, não pelos números e muito menos por que consegui chegar no meu objetivo. O #SOSVERÃO foi sucesso por foi real. E se querem mesmo saber, não alcancei completamente meus objetivos, mas estou feliz em ter me dedicado e ter dado prioridade para aquilo que me fazia bem.

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[ Imagem: reprodução ] 

Cuidar da gente é a melhor das terapias. Cheguei para as minhas férias na Bahia com o corpo muito próximo do que eu queria. Pena ter voltado com 3,5 kg à mais, uma pancada de celulite e novas dobras. Mas para falar a verdade, a gente corre atrás para perder isso.

Jamais iria deixar de comer lambreta ou acarajé frito na hora. O arroz, feijão, bife e batata frita da Dri é divino. Assim como o filé de frango à milanesa ou peixe frito. Comi feijoada algumas vezes, em todas o tamanho do prato era assustador. Eu adoro feijoada. O bacalhau regado ao azeite da tia Vilma estava dos deus, e ainda aproveitei o azeite com tempero de ervas para comer molhando o pão francês. O rodízio destruidor na quarta-feira de cinzas e de pura ressaca foi a melhor opção. A moqueca de peixe, o camarão grelhado, a tapioca de queijo coalho, coco e leite condensado, a pizza, os inúmeros drinks, a cerveja no final do dia, o pão delícia (tão Bahia), os doces que experimentei, o amendoim cozido que nunca havia se quer provado… Poucas pessoas olham dessa maneira, mas a gente também “come” cultura. E falando em cultura, Tia Vilma, venho publicamente dizer que Sarapatel com farinha não é para mim, mas imagino que estava uma delicia (hahaha).

Eu precisava aproveitar minhas “semi-férias” até no estômago. Acho que a grande sacada de viajar é sentir o destino escolhido de todas as formas, inclusive comendo. É nisso que eu acredito e vai ser assim sempre. Não vou deixar de experimentar um novo sabor pensando nos furinhos que podem aparecer na minha bunda. Nas gorduras extras eu penso depois quando voltar para o meu frango com batata doce de todo dia.

Fez uma semana que eu voltei para minha alimentação saudável de todo dia e sendo sincera, que bom voltar. Agora é hora de traçar novos objetivos, se bem que o primeiro deles vocês já devem saber: eliminar os 3,5 kg que vieram comigo. O próximo passo eu conto depois 😉

Quem vem comigo? Bora buscar novas metas e objetivos?

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Juliana Manzato
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Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras. Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Esportista. Feminista. 80 porcentista. Irônica eu? Imagina.

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