CARTA ABERTA || PARA TUDO AQUILO QUE AMO

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Comece o mês de Junho ouvindo: Sales – Chinese New Year

As primeiras linhas desse texto, abrindo o mês de junho, eram diferentes. Talvez muito mais poéticas e inspiradoras do que o momento atual que vivemos. Refleti sobre manter o texto original, mas esbarrei no caos. O caos social que nós vivemos, mas muitas vezes não nos atinge.

O caos precisa de luz, acesso, poesia, ouvido, ombro amigo e abraço apertado. Não dá para falar sobre amor sem falar de caos. Sem falar em destruir e descriar padrões e sistemas. Sem falar em afeto e laços que enfeitam e também se tornam amarras.

O primeiro texto de junho é sobre amor. Para tudo aquilo que amo. Para tudo aquilo que amamos. Para nossas relações mais rasas, e também para as mais profundas. É sobre amor próprio, presente, e também, sobre falta de amor.

@cotidiano.dela

São narrativas que acolhem e sacodem, fazem refletir, podem até machucar, mas são extremamente necessárias no caos. Você pode não concordar, mas faça o exercício de olhar para todo o sentimento que vier,  de outro ângulo. Ângulos.

“Para tudo aquilo que amo” é um convite ao diálogo, a pluralidade, as diversas faces do amor e as diversas maneiras de amar. Vamos desbravar juntos o não amor, a falta de empatia, o doentio sentimento de ódio, a cultura do cancelamento e a ausência de diálogo.

Para tudo aquilo que amo… 

Será mesmo que consigo amar incondicionalmente? Será que consigo te amar, apesar de…? Será que consigo te amar, apesar das nossas inúmeras diferenças? Será mesmo que amo tudo isso?

Para tudo aquilo que amo poderia ser uma carta aberta falando sobre o amor romântico, à dois, mas é coletiva, plural e emotiva. É a poesia oferecida em meio ao caos vivido por cada um de nós.

Se me permite, receba com amor.

(Vai dar tudo certo, confia!)

Estamos juntas.

Juliana Manzato | editora cotidianodela.com.br

Juliana Manzato
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