[des]Limite-se

Leia ouvindo: Bedouin Soundclash – Brutal Hearts

Para iniciar a leitura, por favor valide que você é um(a) humano(a). Leia as frases abaixo:

“Eu não tenho tempo para fazer isso”.
“Eu não posso fazer isso”.

Se você, em algum momento da sua vida, falou ou pensou uma dessas frases, então continue a leitura desse texto. Se você, em nenhum momento da sua vida, falou ou pensou uma dessas frases, então não continue a leitura desde texto. Afinal você é quase um semi deus. Parabéns.
Para os mortais que chegaram até aqui, como quem vos escreve, vamos ao o que interessa. O objetivo desse pequeno texto é desmistificar essas duas afirmações.

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Mito número um: Não tenho tempo.

Já não é novidade que quanto mais “sim” nós falamos para os outros, mais “não” falamos para nós mesmos. Muitas são as vezes em que nos comprometemos com mais tarefas, pessoas ou projetos do que realmente gostaríamos ou até mesmo do que a nossa capacidade organizacional suporta. São muitas tarefas, de vários projetos e diversas pessoas em um curto espaço de horas, logo não temos tempo para cuidar daquilo que mais deveria nos interessar: a nossa vida.

Sim, a nossa vida se sobressai a tudo no quesito importância. Não é uma questão egocêntrica, muito menos egoísta, e sim entendermos que somos seres individualistas. Calma, eu explico com uma pergunta: Como ser uma pessoa interessante para os outros se você não é interessante nem pra você mesmo? E por que você não se acha interessante? Talvez porque a sua vida é vivida na vida dos outros. Dos seus amigos, dos seus amores, dos seus filhos, dos seus pais, enfim, você se permite viver para você mesmo? Isso não significa viver em uma bolha. Gosto mais de pensar como uma ilha que mesmo quando ninguém a habita, existe vida lá.

Mito número dois: Não posso.

Quem nunca? Confesso que durante muito tempo da minha vida, busquei justificar muita coisa através dessa frase. “Eu não posso”. E estaria nessa até hoje, se não fosse por um grande amigo meu que me livrou desse mal. Amém. Me fez entender que eu posso fazer tudo o que eu quero, tudo mesmo. Me fez enxergar que tudo aquilo que eu digo que não posso fazer, na verdade eu posso fazer, mas não quero fazer. Isso mesmo. A gente pode fazer tudo que cegamente afirmamos que não podemos, mas a gente muitas vezes não quer fazer. E por que? Porque queremos fazer coisas novas, mas não queremos deixar de fazer as velhas coisas que de uma forma ou de outra nos confortam, nos acolhem e nos deixam na nossa zona de conforto.

“Eu queria muito trocar de emprego, mas eu não posso”. Você pode, mas você não quer. Não quer deixar o seu emprego antigo, chato e deprimente para fazer algo que desconhece.
“Eu queria muito viajar, mas eu não posso”. Como não pode? Você pode, mas você não quer largar tudo que te “prende” aqui para se atirar rumo ao desconhecido. Sempre que se pegar diante de situações assim, se questione: “Eu não posso ou eu não quero?”. Desafie o impossível. Como disse uma vez o pai do rato mais famoso do mundo ” Eu gosto do impossível porque lá a concorrência é menor”.
Não estou dizendo para jogar tudo pro alto ao terminar essa leitura, mandar seu chefe para aquele lugar e sair viajando, não se trata de rebeldia, mas que você entenda que podemos fazer tudo aquilo que sempre sonhamos, basta você planejar essa mudança e traçar a sua rota de ação. Aliás é nessa rota de ação que a mágica acontece. Uma vez que o destino é incerto, o que vale aqui é o caminho. Que seja leve, divertido e novo.

São nesses pequenos detalhes do nosso dia a dia que construímos uma vida mais interessante. Mais interessante não para seus amigos, amores, pais e filhos, mas para você mesmo. Pessoas interessantes constroem ecossistemas interessantes e dentro desse ambiente só o que interessa permanece. Pense nisso e não venha me dizer que não tem tempo ou que não pode pensar nisso. Se assim o fez, volte ao início dessa página.

Assinatura Ti_2014

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