Manifesto pelas onças

Leia ouvindo: KT Tunstall – Suddenly I See

{ Imagem reprodução }
{ Imagem reprodução }

Não existe copo meio cheio ou meio vazio. Meio termo, meio morno, meio a meio. É tudo ou nada.

Batom vermelho e brinco grande. Pérola e vestido rosa. Rock e bossa nova.

Do violino ao samba. É mulherzinha, mulherão, menina, por vezes na contramão.

Eu quero, eu posso, eu consigo, eu compro, eu uso e eu também faço acontecer.

Dona do próprio nariz e escolhas.

Acredito no amor, na vida, nos dias de sol, no céu azul e em dias nublados.

Gosto de livros, revistas, músicas e conquistas.

Trabalho, vivo, saio, aproveito, divido o que tenho de bom com amigas.

Sou apaixonada, às vezes quadrada, indecisa, complexa, rima.

Sou vida, cotidiano, poesia, rotina.

Sou tudo e nada. Sexo frágil, mas forte.

Também sou verbo. Viver.

Sou Dona Onça, oncinha talvez. O diminutivo é só aquele tanto de açúcar que fica no fundo do copo.

Ser doce demais enjoa. Ser ácida demais atrapalha e amarga não agrada. Seja então sabores e risadas.

Cada um tem de mim exatamente aquilo que cativou.

Sou tantas. Sou vasta.

Sou brinde. Aquela com a taça nas mãos e boas histórias para contar. Muito prazer!

Sou manifesto. Manifesto pelo direito de ser a onça.

Assinatura_Juju

Juliana Manzato
Últimos posts por Juliana Manzato (exibir todos)

Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras. Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Esportista. Feminista. 80 porcentista. Irônica eu? Imagina.

3 comentários em “Manifesto pelas onças

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Voltar ao topo