No cinema: O Homem do Futuro

Por Bianca Ferreira

Ontem eu fui ao cinema assistir “O Homem do Futuro”, com Wagner Moura, Alinne Moraes e mais um monte de gente boa. A sinopse do filme diz: Zero (Wagner Moura) é um cientista genial, porém arrogante e infeliz. Prestes a ser demitido, ele resolve por em prática um novo invento: um acelerador de partículas. O experimento fracassa, mas acidentalmente ele volta no tempo e tem uma nova chance com Helena (Alinne Moraes), uma mulher que renegou e humilhou o cientista anos antes desta viagem. (sinopse retirada desse site aqui)

Lendo isso você pode até pensar que o diretor “viajou demais e vai ser bem aguinha com açúcar”. Ainda bem que eu nem li sinopses e críticas antes de ir, porque o filme, na minha humilde opinião, é ÓTIMO! Uma mistura de ficção científica com comédia romântica que, pra mim, deu muito certo. Sem contar que Wagner Moura é tipo o Johnny Depp brasileiro: sexy de uma forma não-convencional, tem uma atuação FANTÁSTICA e consegue interpretar diversos personagens (até no mesmo filme) sem cair no estereótipo de um só. E Alinne Moraes, o que dizer? Maravilhosa. Queria ser ela.

O roteiro do filme me chamou muito a atenção, pois não é um roteiro simples e algumas pessoas podem até se perder no desenrolar. Eu achei a proposta extremamente interessante e, me prendendo como o filme me prendeu, deu pra tirar de letra e amar.

E assim como todo filme que assisto, dos mais bregas aos mais interessantes, sempre fico um pouco pensativa quando saio do cinema. Ontem, a frase que mais me marcou, falada pelo personagem do Wagner Moura em uma de suas viagens ao futuro, foi “não existe vida sem problemas”. Sim, não existe MESMO, e a gente precisa aprender a lidar com as dificuldades, enfrentá-las e fazer tudo o que pudermos para acertar a nossa vida. Não adianta querer voltar no tempo e fazer tudo diferente, a gente tem que seguir em frente e acreditar que tudo vai dar certo. Principalmente um grande amor.

O filme me tocou muito na história de amor entre os personagens de Wagner Moura e Alinne Moraes, pois tudo que o personagem dele faz é pra ter ela de volta. Se atrapalha, faz e fala besteiras, dá soluções falhas… Tudo por amor. Um amor puro de um rapazinho nerd que nunca imaginou que uma mulher como aquela poderia se apaixonar por ele. Fofo. Larguei lágrimas no cinema, principalmente com a música “Tempo Perdido”, da Legião Urbana, cantada pelos personagens, que dá um tom dramático às cenas e putz… me tocou de verdade.

Recomendo muitíssimo o filme e fico feliz que o cinema brasileiro esteja fluindo tão bem. E se posso deixar uma questão para pensar: acho MESMO que o homem do presente deveria se inspirar no “Homem do Futuro”.

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admin

4 comentários em “No cinema: O Homem do Futuro

  1. Acho a Alinne Moraes PÉÉÉÉSSIMA atriz, ainda tem música do Legião Urbana… Vixi.
    Tô com os dois pés atrás com esse filme,mas pela sua opinião até pensei em dar um voto de confiança. “VEJEMOS”

  2. Amiga acima, se for ao cinema buscando apenas um filme divertido e capaz de te prender até o fim, tenho certeza de que você não vai se arrepender. O filme me surpreendeu por não ser apenas um festival de clichês; o argumento não chega a ser original, mas os autores conseguiram fazer um roteiro super bacana. Eu também tive medo de ser fraco, mas confesso que gostei PACAS. A produção é super bem feita, a festinha à fantasia me deu vontade de ter estudado na UFRJ em 1991, e Wagner Moura realmente é MARA!!

  3. Eu assisti, como quem não quer nada, só pra me entreter, e sai do cinema embasbacado (ainda se usa embasbacado?).

    Eu achei de um tom poético, de uma verdade.
    Sabe aquela verdade romântica que fica longe dos clichês? Que fala abertamente e não cai, em momento algum na besteira do melodramático?

    Eu, o besta tentando explicar o que você viu. Mas é que o Wagner, teorizando sobre o amor e o ódio e sobre a validade das más situações na vida, é umas coisas mais sexies que eu já assisti. Fato.

    Um beijo em você.

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