O encanto do início entedia o final

A vida a dois parece ótima, o namoro vai bem, o tempo passa tão rápido que parece que vocês se conhecem há tempos. Mas depois, existe a troca de fechaduras, e todo aquele encontro perfeito inicial se perde no meio do tédio, sem igual.

O que ele não reclamava antes, começa a reclamar. O que ela não se importava, começa a se importar. Aquilo que um dia era admirável, atualmente, nem tanto. Palmas para as crises conjugais. Bem vindos à realidade do amor, depois da convivência.

Por que tudo muda de lugar? Por que não pode ser como antes? Onde a gente se perdeu? Por que a gente se achou? Será que é isso? A mágica acaba? Mas o amor…

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Amor não é encontro eterno, mas uma adorável rotina. Ninguém muda, fica ou sai de uma história sem querer. O encanto, mágica talvez, não acaba por completo, se transforma. Nós sempre achamos que existe algo melhor no virar da esquina, lá na frente do caminho e mudamos de percurso. Sempre poderá existir algo melhor, mas o amor é escolha, lembra? Se a escolha foi ficar e isso ainda te deixa feliz, ótimo. Se você quer ir embora, vá. Sem olhar para trás ou com a esperança de um dia voltar. Amor também é corte, ruptura, fratura.

Admirável seja a rotina escolhida, desejos, o horizonte particular e a vontade de ficar. O amor entedia, assim como a chuva em pleno domingo. Vamos “verbar”, amar, cuidar, ficar, voltar, beijar, encantar, desejar e transformar um relacionamento até onde quisermos. Não vamos ter limites, afinal temos vontades, absurdas eu diria, de querer um amor para toda vida, um relacionamento de parceria.

Que o amor prevaleça e que o tédio aconteça, em dias de chuva. Mas se um dia ele chegar até o amor, que o melhor… sempre aconteça.

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Juliana Manzato
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Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras. Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Esportista. Feminista. 80 porcentista. Irônica eu? Imagina.

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