POR QUE VOCÊ DEVERIA PARAR DE PROCURAR O AMOR

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Leia ouvindo: Philip Grass – Opening

O amor é simples, é leve… é como a brisa suave que a gente recebe no rosto quando abrimos uma fresta da janela. Não pede para entrar…

Ele não pesa, não reclama, não chora, não destoa. Ele simplesmente existe, assim como quando você inspira e expira. De tão suave, pode ser quase imperceptível. Ele equilibra, acalma, aquece. Para mim, tudo que foge a isso, não é amor.

Apesar de tão simples, o ser humano quer sempre complicar as coisas. Colocar confete onde não precisa ou definir algo que nem sempre precisa de uma definição.

Mas, mesmo assim, há momentos da vida que a gente fica à sua procura… são dias refletindo…. Isso é amor? Agora é amor! Ah, agora não é!

E os nossos dias sãos altos e baixos, conforme as nossas respostas…

Apesar da nossa vontade de definí-lo, de colocar um começo, meio e fim, talvez também dar nome e sobrenome, a gente não precisa buscá-lo. A verdade é que ele sempre esteve à nossa volta.

Pena que nem sempre a gente percebe. E por que será?

Arrisco dizer que a gente nasce olhando mais para fora do que para dentro. Olhamos mais pros outros do que pra nós mesmas, para o ter ao invés do ser. E mudar esse padrão, não é fácil, requer paciência, auto-conhecimento, tempo e muito amor… amor de verdade não pelos outros, mas por nós mesmas.

Por que você deveria parar de procurar o amor
Fotografia: Marilia Granito

Queremos fazer o outro feliz, mas não nos importamos tanto se nós estamos felizes. Queremos dar amor ao outro, mas somos carrascas quando precisamos nos amar. E aí de quem falar ao contrário!

Você só encontrará o amor, SE… Você só será feliz, SE….

Se você já tomou alguns trancos desta vida – quem nunca? -, vai saber que isso é pura ilusão. O amor não existe no outro, não existe no amanhã, não existe quando algo acontecer, não existe quando o sol sair…

Ele existe no agora, no seu diariamente, ele existe! Procure amor onde você realmente vai encontrá-lo: dentro de você.

Marilia Granito
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