QUANTO FALTA?

Leia ouvindo: Noah Guthrie – Love On The Brain

Esse espaço não é um blog pessoal, tão pouco um diário virtual, mas compartilho por aqui algumas diretrizes e questionamento que eventualmente fizeram, e ainda fazem, parte do meu processo de autoconhecimento – até porquê esse maravilhoso não tem fim.

Compartilhando com uma grande amiga uma pequena agonia do dia, recebo como resposta, uma pergunta. Seria ironia? O quanto falta se empoderar de você e de suas escolhas? Respondi com emoji de coração, não consegui encontrar uma resposta. Será que existia?

A pergunta ecoou dentro do meu ser de uma maneira diferente. Foi luz e acolhimento quando tudo parecia muito maior do que realmente era. Novamente eu estava me sabotando. A sabotagem muitas vezes é o caminho mais fácil, aquele que eu e você estamos acostumados. É  também o caminho que anda em círculos e reclama por isso.

Esse é um daqueles poucos textos pessoais que se faz necessário por aqui. Um questionamento que não se aquieta e nem vai ter reposta porque a reposta vem através do eco. E ai, quanto tempo?

Fotografia: Juliana Manzato

Não é a busca pela resposta, mas é estar atenta a tudo aquilo que “rouba” nossa energia e nos afasta daquilo que queremos. Bote reparo, quando tudo flui e o nosso foco está no óbvio ~ deixar fluir ~, todo o resto que teria uma importância tremenda, acaba nem sendo tão importante assim.

A sabotagem vem daquele espaço de comparação – com o restante do mundo, e limitação – pela necessidade de encaixe.

Assim como fiz, e ainda faço, analise o quanto falta, ou melhor se ainda falta.

Juliana Manzato
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Juliana Manzato

Apaixonada por amor, cachorros, textos e coisas inspiradoras. Adora fotografia, mar, sol, doce de padaria, verão e olhar o céu azul. Esportista. Feminista. 80 porcentista. Irônica eu? Imagina.

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